terça-feira, 31 de março de 2015

Como fui arrebatada pelo teatro, por Mariana Pires



Mariana Pires
O teatro foi sempre muito presente desde sempre. Quando tinha uns 5 anos uma amiga do meu irmão que é atriz, a Geraldine Quaglia, me levou pela primeira vez assistir sua peça Saltimbancos. Fiquei ali quietinha na coxia fixada, coração disparado sabia que era aquilo que gostaria de fazer! Voltei pra casa cantando todas as musicas do Chico Buarque e minha brincadeira preferida era me apresentar pra família, virou uma paixão, todo final de semana assistia uma peça diferente., éramos amigos do crítico de teatro infantil do Jornal da Tarde e ele me levava sempre e pedia minha opinião sobre os espetáculos. Com seis anos entrei para a Casa do Teatro onde pude experimentar atuar e até hoje agradeço muito por ter sido apresentada pra essa maravilhosa arte que se faz presente até hoje seja atuando, ou assistindo um bom espetáculo, é sempre muito bom pra alma! Evoé!

Mariana Pires é atriz e bailarina



sexta-feira, 27 de março de 2015

O Grumete está de volta!

O Grumete voltou a se inspirar na cozinha e resolveu perguntar aos "Marujos" da Cia. Nó ao Vento quais comidinhas os fazem lembrar da infância. Inspirado nisso, criou a série "Receitas do Grumete - sabores da infância"

Pra começar, uma simples e saborosa!
O Marujo Caco Ruffolo adorava a gemada que a mamãe, dona Corina, fazia pra ele: ela batia gemas com açucar numa caneca (que era exclusiva para a gemada por causa do cheirinho de ovo que ficava depois - rsrs) e o Caco se deliciava!

Bons tempos!



Pra quem se inspirou a fazer uma gemadinha, aí vai a receita do Grumete:

Ingredientes (é só isso mesmo):

    2 gemas de ovos
    1 xícara de chá de leite
    2 colheres de sopa de açucar
    Canela

Preparo:

    Pegue as gemas e o açúcar e bata com um garfo, até ficar bem misturado e como um creme.
    Após ferver o leite, misture ele bem quente com a gema e o açúcar.
    Adicione a canela e sirva ainda quente





Dia Mundial do Teatro



"O teatro é para o povo o que o Coro era para o antigo teatro grego; uma iniciativa de moral e civilização. Ora, não se pode moralizar fatos de pura abstração em proveito das sociedades; a arte não deve desvairar-se no doido infinito das concepções ideais, mas identificar-se com o fundo das massas; copiar, acompanhar o povo em seus diversos movimentos, nos vários modos e transformações da sua atividade."

Machado de Assis, em "Idéias sobre o Teatro".