Teatro - Nossos Trabalhos


Navalha na Carne, de Plínio Marcos
O primeiro espetáculo da Cia. Nó ao Vento “Navalha na Carne” ficou em cartaz de Junho/2010 a Junho /2011.
Começamos com uma temporada de 2 meses no Teatro Studio 184, na Praça Roosevelt (considerado um “point” do teatro alternativo da cidade). Mais 2 meses em cartaz no Teatro Lá em Casa, ambiente que nos remete ao quarto de hotel onde se passa a cena da peça e trouxe o público para mais perto do elenco. Sucesso de público e criticas a peça foi destaque na revista BRAVO. Participamos de Mostras como as “Satyrianas/2010” e “Tem Teatro na Kaos” na cidade de Cubatão, “5ª Mostra de Teatro do Centro Cultural Jabaquara”.
Passamos pela Mostra Fringe do Festival de Curitiba em 2011, visitamos a cidade de Itapevi e encerramos a temporada no Tendal da Lapa.

Peça realista e cruel, Navalha na Carne é uma das peças mais importantes do dramaturgo Plínio Marcos.

Rita Brafer - como Neusa Sueli

Um recorte de uma noite na vida da prostituta Neusa Sueli, do cafetão Vado e do homossexual Veludo. Mais que estereótipos as personagens são pessoas que tem medo, raiva, vontade e que por razões diversas não conseguem enxergar no outro um ser humano nem desvencilhar seus destinos de algum tipo de opressão. Um retrato nu e cru da sociedade através de três vidas.
Com direção de Mônica Granndo e assistência de direção de Rick Conte, no elenco Rita Brafer (no papel de Neusa Sueli), Admir Calazans e Jardel Ferreira (se revezando no papel de Veludo) e Eder Soares (no papel de Vado).


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Anna e Bárbara - um fragmento
Cena livremente inspirada na peça Calabar, de Chico Buarque e Ruy Guerra, com direção de Drica Rosa e elenco formado pelas atrizes Denise Orthis e Rita Brafer.
A cena com duração de 10 minutos foi apresentada no Sarau Alma D´Alma e foca principalmente na essência amorosa das personagens Anna e Bárbara.

Anna e Bárbara - um fragmeto
Rita Brafer e Denise Orthis






















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A Caravana da Ilusão, de Alcione Araújo
 

 2ª montagem da A Cia Nó ao Vento a peça foi escolhida por estabelecer de forma poética o questionamento sobre as expectativas do artista em suas buscas, levando à reflexão sobre o papel da arte e do artista na sociedade.

A Caravana da Ilusão conta a história de uma trupe de artistas mambembes, desses que andam pelas estradas parando de cidade em cidade (artistas que talvez nem existam mais) apresentando sua arte por alguns trocados, um pedaço de pão, um bom vinho. São três irmãos: Bela, Bufo e Lorde, recentemente órfãos de pai e que acompanhados por Roto, um músico mudo, caminham por uma
estrada e chegam a um lugar desconhecido. Os caminhos se dividem e também se dividem os anseios de cada um em buscar um mundo novo, onde a arte possa
sempre os acompanhar. Em meio a este impasse, surge a Cigana Ziga, uma personagem enigmática que instiga os cansados caminhantes a abrir os olhos de seus corações, e que vai determinar o destino da trupe.

Atual espetáculo de trabalho da Cia. Nó ao Vento.

 


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